A derrota dos DC United diante de Toronto FC (1-5), nos play-offs da MLS, simbolizou o fim da aventura norte-americana de Wayne Rooney. O avançado inglês vai mudar-se para o Derby County onde vai desempenhar um papel de jogador-treinador.
Em entrevista ao The Athletic, o ex-Manchester United teceu algumas considerações sobre o campeonato de futebol dos Estados Unidos e acabou por pedir salários mais atrativos.
«O principal problema da MLS é o salário. Com as receitas que eles estão a conseguir gerar, acho que não estão a pagar bem aos jogadores, sobretudo aos mais jovens. Deviam nivelar os preços pelo futebol europeu e não pelo norte-americano. Era justo», começou por explicar, deixando ainda um apelo a uma mudança no sistema de transferências: «É muito fácil trocar jogadores aqui, um dia podes ter casa na Costa Este e acabas a ter que mudar para o Oeste no dia a seguir. Devia ser mais como na Europa.»
Recorde-se que na MLS, à semelhança da grande maioria dos desportos norte-americanos, cada clube tem um tecto máximo de salário (este ano está balizado em €3,8 milhões a dividir por 18 jogadores, sendo que ninguém pode auferir acima dos €477 mil). Os emblemas que disputam a MLS têm direito a três jogadores considerados ‘designados’ cujo salário não entra para as contas (Wayne Rooney era um dos três do DC United).
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Fonte: 8ou80pt.blogspot.com











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